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quarta-feira, 27 de outubro de 2010





Coloquei a tristeza de lado e agora acho que posso me dizer uma pessoa contente. Olhar o outro lado da moeda e a melhor coisa a fazer quando o tédio se inibe dentro de si. As vezes a verdadeira e deprimente eu volta, mais então olho pra vagas lembranças. Lembranças nas quais eu gosto muito de ter em minha mente, pois e a motivação de todos os meus devaneios são a vaga lembrança que tivera alguns dias atrás. O dia parecia péssimo, e meu ultimo pingo de esperança, se fora quando eu verá a chuva cair sobre o chão. A mochila pesadas em minhas costas me fazia pensar que meu os pés viraram tijolos e eu não consegui me mover. Parei. Vi por um longo tempo a chuva cair sobre mim e percebi que as pessoas que passavam por mim me olhavam como se eu fosse algo anormal. Elas pareciam estressadas, grunhiam e faziam som esquisitos de reprovação a minha atitude. Até um homem me passar e murmurar algo sobre, eu ter que gostar de fazer o que faço, mesmo que aquilo seja sorrir quando estivesse chovendo,  e deixar tudo para poder ser feliz. Ele era um velho, um velho alegre se me permite dizer. Ele tinha as costas largas e parecia por um momento estar doente, e estava. E pude perceber assim então que a vida se faz o que se quer. E que enquanto eu continuasse parada sobre o chão molhado em frente a minha calçada eu não conseguiria nada, nada além da minha infelicidade. Que era totalmente diferente do que eu queria. Eu estava ali naquele momento, porque acabara de sair de casa, procurando o que e deixasse ser capaz. E então, soube porque queria aquilo, para estar ali. Para parar em meus proprios devaneios e ver o homem que alegrara o meu dia. Então eu tinha uma motivação para ser feliz.

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